OUTUBRO 2011

  Exposição 06/10 - 30/10/2011
EXPOSIÇÕES 
Outubro 2011
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Rui Dias Monteiro
“Caia Caía” - Exposição de Fotografia
Colectivo Lumen 
- Exposição colectivo de Fotografia
Rita Roque
“Quando Ele sou eu” - Instalação/Escultura
COLECTIVO 1/15
- Exposição colectivo de Fotografia
Mário Oliveira 
- Exposição de Pintura




Mário Oliveira 
- Exposição de Pintura e Desenho
As imagens em exposição são o resultado de uma abordagem expontanea e improvisada do movimento sem introdução da cor, quando a cor e usada a imagem e produzida de uma forma em que são tomadas decisões em tempos diferentes sem haver roteiro previo as imagens a caruao não são abstractas e conduem a concluem a amostra. Imagens de pessoas influenciarem o meu percurso.
Mário Oliveira





Rui Dias Monteiro
“Caia Caía” - Exposição de Fotografia
Esta exposição parte de um projecto sobre as fotografias continuadas que faço desde 2009 entre Castelo Branco e Lisboa. Serão expostas trinta imagens (C-Print de 15x20cm a 70x90cm) e uma Manta de Fitas, sobre a luz no jeito habituado dos gestos. Os toques constantes entre a figura e a paisagem. As repetições do meu fazer, na relação com o viver diário enquanto forma de guardar. “Caia Caía” com acento de nome festival na Sala Kandinsky, da Fábrica Braço de Prata, em Outubro.
Rui Dias Monteiro, Agosto 2011






Colectivo Lumen 
- Exposição colectivo de Fotografia
“O que se fotografa quando se fotografa?”; “O que se dá a ver nas fotografias?”; “O que mostramos numa fotografia é o mesmo que vimos ao fotografar?”; “É possível mostrar numa fotografia algo que lá não está fisicamente…ou que lá está sem que a luz suficientemente o revele?”; “ Para quê fotografar?”…

Estas são algumas das perguntas que motivam a prática dos Lumen e que serviram de arranque para a execução do trabalho que agora se apresenta.

Sem soluções fechadas nem imediatas, a edição conjunta destas imagens pretende convocar o espectador a encontrar (connosco) respostas para estas e outras 
interrogações.

Fotografias de: 

Estanislau Fernandes daio.fernandes@gmail.com 
Filipe Arruda         catalunaarruda@hotmail.com
João Paulo Pimenta jppimenta@netcabo.pt
Joana Sousa         js.rio@hotmail.com
Pedro Vieira         ckleyart_creator@hotmail.com
Tiago Baeta         tm.baeta@gmail.com
Vera Correia         vera.gualdino@gmail.com






Rita Roque
Quando Ele sou eu - Instalação/Escultura

Quando Ele sou eu, é um trabalho que surge na dualidade da luz/sombra.

A peça é constituída por um tronco de madeira que foi trazido pelo mar, transportando consigo uma longa história de vida. Foi cortado das suas raízes, foi queimado e posteriorm desventrado pelo longo período de vida à deriva nas águas.

Iluminá-la foi a forma encontrada de repor a sua dignidade, a proposta é que cada observa ao beber da energia emanada desta peça, reflicta e mergulhe no seu mais profundo ser.









COLECTIVO 1/15
- Exposição colectivo de Fotografia

O Colectivo 1/15 reúne um grupo de fotógrafos, alunos e ex-alunos do ar.co, criado em 2011.
A maioria dos projectos apresentados foi desenvolvida no ar.co ao longo deste ano e outros nasceram especialmente para esta exposição.
Todas as obras são criações individuais suportadas por um grupo crítico e construtivo que aposta na sinergia entre o individual e o colectivo, para chegar a um resultado final superior à soma de cada uma das partes.

Nas paredes da Fábrica Braço de Prata irão cruzar-se espaços vazios de vidas congeladas e memórias de infância deixadas em casa,  histórias desenhadas de homens livres atrás das grades e de mulheres mortas vestidas com roupas de domingo.  A Europa representada num bocadinho de parede e um senhor de cabelos brancos que nos olha com ar sereno. 
Homens que são animais e animais que vão à pesca com outros homens, abraços de saudades engolidos pela terra e olhares vazios perdidos no horizonte. Corpos despidos em carros de cinema e um chapéu alto próximo do abismo.

Participantes: 
Andreia Andrade, Ângela Neto Marques, Diogo Barreiras, João Domingos, Luís Miguel Borges, Luís Murtinha Ferreira, Liliana Zuna, Maria João Cunha, Cristina Simões, Nuno Gaspar, Rita Maia Ferreira, Sara Magno, Sílvia Martins, Sofia Mora Ramos, Susana Ribeiro Martins, Tugba Karatop.



Andreia Andrade



Ângela Neto Marques



Diogo Barreiras



João Domingos



Luís Miguel Borges



Luís Murtinha Ferreira



Liliana Zuna



Maria João Cunha



Cristina Simões



Nuno Gaspar



Rita Maia Ferreira



Sara Magno



Sílvia Martins



Sofia Mora Ramos



Susana Ribeiro Martins



Tugba Karatop



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"up side down"


Joana Villaverde - Colagem sobre papel

SÃO QUATRO DESENHOS.
SÃO COLAGENS DE HISTÓRIAS ANTIGAS.
SÃO INTERIORES IMPOSSIVEIS.
SÃO ESCALAS ERRADAS.
SÃO O QUE TINHA QUE SER.





TANGENCIAIS - EXD’11



Inauguração simultânea dia 29/09 - 20H00



“A Bolha Invisível” 
Le Journal de la Maison - Instalação Fotográfica
“Folha de rascunho” 
Enabel® - Cerâmica com design contemporâneo. 
Instalação, exposição e intervenção. 
“LightNess” 
Joana Guedes Cabrita Martins 
- Ecodesign / Arte residual
“WEAROUT” 
Carolina Reis - Design de moda


“A Bolha Invisível” 

Le Journal de la Maison 
- Instalação Fotográfica




Sinopse

Partindo do tema deste ano da Experimenta Design, Useless, propomo-nos reutilizar um objecto cada vez mais em desuso, a cabine telefónica, como ponto de partida para o projecto A Bolha Invisível.

Esta bolha representa o espaço que, à nossa volta, não deixamos que seja invadido pelos outros, que preservamos para nosso conforto e 
segurança, e que é tanto menor quanto maior é a familiaridade que 
temos com o outro, até se anular nas relações de intimidade.*


Propomos, como exposição, um percurso ao ar livre em que a escala do Espaço de exposição, a esplanada da Fábrica Braço de Prata, contrasta 
enormemente com o espaço de cada trabalho, cabines telefónicas. 

Aproximando os espectadores destas pequenas bolhas, propomos que estes interajam e explorem 7 trabalhos que abordam o tema da distância e da comunicação interpessoal. O principal suporte será a fotografia, mas a peculiaridade do local de exposição levou à exploração desses espaços 
em termos de instalação site specific de forma a que várias funções 
sensoriais sejam utilizadas na fruição destas obras, complementando 
assim o que é sugerido pela imagem.


Descrição
Partindo do tema deste ano da Experimenta Design, Useless, propomo-nos reutilizar um objecto cada vez mais em desuso, a cabine telefónica, como ponto de partida para o projecto A Bolha Invisível.

Esta bolha representa o espaço que, à nossa volta, não deixamos que seja invadido pelos outros, que preservamos para nosso conforto e 
segurança, e que é tanto menor quanto maior é a familiaridade que 
temos com o outro, até se anular nas relações de intimidade.*


Com a distância variam também os códigos sociais e a forma como 
usamos os sentidos, desde a visão e a audição, ao toque ou ao olfacto. Este espaço de conforto é mais difícil de definir quando as interacções 
interpessoais recorrem a meios como o telefone ou a internet, 
requerendo que nestes casos não seja a distância entre os intervenientes a medida da intimidade.


Este projecto é encabeçado e produzido pelo colectivo LJM, que se 
apresenta como uma plataforma de desenvolvimento de projectos de Artes Visuais, com destaque para a Fotografia.

Propomos, como exposição, um percurso ao ar livre em que a escala 
do Espaço de exposição, a esplanada da Fábrica Braço de Prata, contrasta 
enormemente com o espaço de cada trabalho, cabines telefónicas. 

Aproximando os espectadores destas pequenas bolhas, propomos que estes interajam e explorem 7 trabalhos que abordam o tema da distância e da comunicação interpessoal. O principal suporte será a fotografia, mas a peculiaridade do local de exposição levou à exploração desses espaços 
em termos de instalação site specific de forma a que várias funções 
sensoriais sejam utilizadas na fruição destas obras, complementando 
assim o que é sugerido pela imagem.


* A Dimensão Oculta, Edward T. Hall










“Folha de rascunho” 
Enabel® - Cerâmica com design contemporâneo. 
Instalação, exposição e intervenção. 




Dentro do edifício o projecto folha de rascunho é agora instalado em 
função do diálogo ou do confronto que propiciam nesta sua apresentação.

As relações com o local específico onde se inserem (folhas de rascunho) 
passam para primeiro plano e a percepção física do visitante da 
exposição é direccionada para o próprio espaço – levando-o a interagir em determinados locais fazendo-o participante activo do mesmo.

As várias formas escultóricas das folhas: amarrotadas, queimadas, rabiscadas, reabertas, etc. – serão apresentadas pelo recurso de algumas técnicas: 
cerâmica em Rakú, paperclay ceramic, serigrafia e pintura – que irão 
estar expostas numa instalação criada em função da temática Useless da Bienal EXD’11.

Aqui também se irá marcar a diferença, registando num conjunto de folhas de rascunho (feitas em cerâmica) alguns excertos de uma grande obra literária intemporal: “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões - onde o poeta exalta os grandiosos feitos dos portugueses – Enabel ® quer deixar uma mensagem: “a persistência de um povo que com luta e determinação (grandes feitos) fê-los tornarem-se heróis do mar numa época difícil… Não deixemos este povo Luso apagar-se nos escritos registados de uma folha de rascunho…”
Da casa como abrigo ao registo de ideias que “voam como um avião de papel” – recicla-se a folha de rascunho criando modelos vários de aviões de papel feitos com a técnica paperclay ceramic - uma nova estética emerge da combinação de aproveitamento de papel inutilizado e argila - fazendo um percurso de instalação que nos leva a entrar no imaginário de Enabel. Seguimos um determinado percurso até chegar ao espaço: Livraria – onde se encontra o núcleo central do projecto - instalação de vídeo e som – este projecto é a simbiose perfeita do percurso profissional da ceramista com a abordagem do tema folha de rascunho – a partir do 
briefing foi desenvolvido num manancial de experiências, pesquisas, 
leituras, confrontos de ideias, formas e recursos novos, sendo criado um vídeo de todo esse processo chegando a um espaço onde se questiona sobre a utilidade ou inutilidade da folha de rascunho.    
http://www.youtube.com/watch?v=pYswCrW69RQ



“LightNess” 
Joana Guedes Cabrita Martins 
- Ecodesign / Arte residual





Lightness- bebe um café e ilumina-te…é a concretização de um sem fim de ideias que tiveram origem há 3 anos em Itália e que foram ganhando corpo ao longo do tempo.
Embora nunca tenha sentido o aroma cru, aveludado, intenso ou suave dos cafés em cápsula Nespresso, estes fascinaram-me unicamente com o olhar, pela cor, brilho, forma, tamanho…perfeitas…ou...um perfeito desperdício.
Na era do consumo versus ecologia, a reutilização destes pequenos, delicados e belos objectos foi adquirindo, para mim, variados contornos, moldes, até se fazer “luz” e darem forma a um novo objecto, e depois outro e outro…
Reutilizar as cápsulas no restauro e composição de estruturas de iluminação, que fazem parte do imaginário de todos nós, partindo dos clássicos lustres e chegando à iluminação contemporânea é o mote da exposição que vos proponho que degustem...
Num jogo de palavras, a fusão de dois conceitos inerentes ás peças levam a um terceiro presente nos objectos lightness (leveza)= Light (luz)+ness (nespresso)”
Joana Cabrita Martins
Designer









“WEAROUT” 
Carolina Reis - Design de moda




SINOPSE

WEAROUT nasce dum estudo sobre a função e o uso do vestuário relacionado com a sociedade. Se o discurso da moda actual valoriza a expressão individual, a verdade é que ela continua a ser um modelo de uniformização, identificação e estratificação social.

Será que se pode dar ao usuário a possibilidade de ser ele próprio sem ter que escolher uma certa imagem predefinida? Será possível criar 



vestuário sem impor uma moda, mas respeitando a pessoa na sua vivência própria?


Para responder a estas premissas, a exposição apresenta peças de 



vestuário, que quando usadas se transformam consoante o movimento



do corpo, que é algo de muito pessoal. Este processo revela formas 



individuais que não são determinadas pela designer, mas pelas possibilidades programadas no material. Tal como uma plasticina que se molda sob os movimentos dos dedos, os materiais afeiçoam-se ao corpo que revestem atingindo a forma final consoante o uso. Respeitar as diferenças na 



expressão física do indivíduo é o caminho mais apropriado para encorajar a tolerância e a diversidade.


Performances criativas:    29.09.2011 _ 20h30 às 21h30
                                       30.09.2011 _ 21h00 às 22h00
                                       05.10.2011 _ 20h30 às 21h30
                                       16.10.2011 _ 21h00 às 22h00
                                       05.11.2011 _ 21h00 às 22h00
Apresentação Final: 24.11.2011 _ 18h00